quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Muro de Berlin Brasileiro - Pixuleco e Dilma Inflada


Acostumamo-nos ao longo dos últimos 13 anos, com a frase “martelada” incessantemente em nossos ouvidos, cunhada pelo inspirador do boneco inflável “Pixuleco”, afirmando com sua característica desfaçatez: “nunca antes nesse país...” seguida de alguma falácia ignominiosa.
Nunca antes neste país, digo eu, pós restauração das eleições diretas para todos os cargos executivos, presenciamos o despudor, acinte, ilegitimidade, isolamento deste mesmo governo hábil e contumaz na denúncia, “dos outros”, dos adversários, por eles taxados de inimigos e execrados em praça pública. Não imaginei que um dia reviveria o sítio à Brasília, relembrando atitude do então General Newton Cruz por ocasião da votação da emenda das diretas do deputado Dante de Oliveira em abril/1984, como pudemos observar nas comemorações do 7 de setembro na mesma Brasília. No lugar dos militares, intimidando a população como ocorreu em 1984, toma seu lugar o “exército” dos militantes petistas de 2015, chamados por Lula de “exército do Stédile” para cumprir sua missão abjeta de defesa do governo mais corrupto de nossa história. Só não foram observadas (pelo que eu saiba), cenas de violência, porque os manifestantes verde-amarelos, civilizadamente não respondem ao ladro do Lulo-petismo, sustentados a base de pão com mortadela, manteiga e suco de caixinha, financiados com dinheiro público subtraído com desenvoltura pelos inúmeros indiciados, alguns já condenados, políticos do PT e seus aliados, doleiros, diretores de estatais e empreiteiros.




Brasília cercada, literalmente, por um muro de aço! Para quem se vendia para a população como antípodas de um regime truculento, o PT mostra sua verdadeira face mimetizando Dorian Gray, com desprezo absoluto pelo povo real pagador de impostos, impedido de participar das festividades da Independência. Os pobres e excluídos de ontem, hoje fazem parte do governo, e usufruem das benesses que a proximidade com os “capos” lhes assegura. Os pobres e excluídos de ontem são hoje a elite governante. Seus acólitos, que prosperam nos chamados movimentos sociais (CUT, MST, MTST, UNE e outros), partidos aliados etc., refestelam-se no butim aos cofres públicos. Eles representam hoje os 7% da população que aprova o (des) governo petista. Mas curiosamente, os 93% “restantes” que desaprovam, é que são taxados de “elite”.
A nação (os 93%) encontra-se abandonada à sua própria sorte, pois com raras e louváveis exceções, as instituições não respondem adequadamente a necessidade imperativa de pôr um fim a lenta agonia que vivemos na economia, no trato da coisa pública, no respeito à lei, na confiança às autoridades, sejam elas civis, militares ou eclesiásticas, do executivo, do legislativo ou do judiciário. Volto a frisar que há exceções honrosas.
Grande parte da imprensa, também corrompida, faz ouvidos moucos às denúncias que surgem aos borbotões, não assumindo seu papel investigativo, limitando-se a reproduzir as justificativas que o “establishment” brasiliense regurgita em nossas salas pelos telejornais, em nossos colos ao lermos um periódico, ou em nossos computadores quando pela internet. Nossos lares estão emporcalhados com o eco das mentiras planaltinas, nossa dignidade de cidadãos está rota pelo cinismo do estelionato a que fomos submetidos pelo petismo, com o risco quase certo, de além de conviver novamente com índices inflacionários de 2 dígitos, sermos vitimados por nova derrama (preferiria os 20% originais da época do Brasil colônia), com o provável aumento das alíquotas da CIDE, IPI, IOF e eventualmente IR com a inclusão de mais uma faixa de 35%, impostos esses, que não necessitam aprovação pelo congresso.
O que poderia ser um “final com horror”, com a descoberta de mais um escândalo de corrupção petista, se as instituições fossem rápidas e nossas leis mais efetivas, o final seria horroroso, mas terminaria rapidamente. Entretanto, essas mesmas instituições optam pelo “horror sem fim” que representa o doloroso definhar do tecido social, da economia, da esperança, da crença em dias melhores, com o vai-e-vem dos “acordões”, dos recursos intermináveis, das CPIs que nunca chegam a lugar algum, da covardia das oposições, relegando o país à latrina da ideologia lulopetista / bolivariana. Continuam tentando mantê-lo (o governo) vivo com aparelhos, mas quem irá morrer será o povo, caso este leviatã não seja destruído rapidamente. Não podemos continuar a socorrê-lo. Não podemos dar-lhe sequer água. Porém o cidadão comum só dispõe da arma das manifestações. O congresso nacional é quem possui instrumentos mais efetivos, bloqueando todo e qualquer recurso capaz de fornecer sobrevida a este mandato presidencial, que galgou sua espuriedade nas mentiras arrotadas durante a campanha de 2014.  Igualmente o judiciário tem nas mãos a responsabilidade de resgatar-nos dos pérfidos que se alojaram como um câncer nas estruturas de comando da nação. Sergio Moro em Curitiba é um exemplo a ser seguido, assim como de outro digno brasileiro, Joaquim Barbosa que passam à história como os Brasileiros que fizeram a diferença!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Praça do Mercado.