domingo, 14 de outubro de 2012

(Re) Contando a história (2ª parte)


 
 
 
 
Estou lendo esse livro atualmente. Não fala ainda dos horrores da guerra, pois ele aborda o período de 1933 a 1939, anterior a guerra que iniciou-se em 1939. Mas ele fala de outro horror, que foi a submissão de um povo a uma ideologia, usando até a violência física para isso, mas primeiramente, enredando os incautos em uma teia de mentiras, distorcendo fatos, criando justificativas plausíveis para atos, mentindo (sofismando), e por fim amordaçando e eliminando as vozes distoantes.
 
Eis abaixo a resenha deste volume publicada pela Livraria da Folha:
 

"Como foi que os nazistas conquistaram o coração e a mente dos cidadãos alemães, distorceram a ciência e a cultura e colocaram o país no caminho de outra terrível guerra? Neste segundo volume da trilogia que conta a história do Terceiro Reich, o renomado historiador Richard J. Evans traz o relato definitivo do desenvolvimento da ditadura de Hitler entre 1933 e 1939, e mostra a impressionante nuvem de terror que se aproximou da Alemanha depois de os nazistas tomarem o poder."
 
 
Bem, como diz um professor de história na TV, o povo que desconhece sua história, está fadado a repetir os mesmos erros já cometidos pelas gerações anteriores.
 
Ao ler esse livro e compará-lo ao Brasil atual, sob a batuta de um governo petista, as semelhanças são assustadoras. Diria um "petista de carteirinha" que isso é mentira, que maior prova disto é o fato de poder me manifestar nesses termos em meu blog; que as pessoas são livres para dizerem o que pensam e externar suas opiniões políticas, votar, ir e vir, que não há preconceitos de raça, cor e religião no país, diferentemente do que ocorria na Alemanha neste período...
 
Vejamos alguns excertos do livro:
 
págs. 338 e 339
 
"...a Liga dos Estudantes Nazistas assumiu a liderança da nazificação da universidade. O Ministério da Educação adotou o ponto de vista de que a principal função da Liga dos Estudantes deveria ser estimular a doutrinação política dos bacharelandos e mestrandos; mas dirigir a faculdade era trabalho do reitor, que as diretrizes emitidas pelo Ministério da Educação a 1º de abril de 1935 definiram como o líder da instituição; o dever do resto da equipe e dos estudantes era segui-lo e obedecer suas ordens."
 
Me pergunto hoje, qual é o papel da UNE no cenário brasileiro? Se não todos os dirigentes da UNE, grande parte deles é membro dos quadros do PT.
 
Ainda na mesma página:
 
"Assim como a Juventude Hitlerista nas escolas, a Liga dos Estudantes Nazistas e seus membros não se furtaram a apontar e humilhar professores universitários que julgavam não estar andando na linha nazista."
 
Hoje em dia, qualquer palavra mal colocada, pode ser distorcida e denunciada ao ministério público como "homofobia, racismo, etc. Uma das provas disto é o vídeo que circula na internet do pastor Silas Malafaia, onde ele denuncia a campanha de Haddad (PT) ao governo da cidade de SP, e conta episódio que ocorreu com ele (não estou fazendo defesa do Silas Malafaia não! Não gosto e não compartilho grande parte das "convicções religiosas" destes senhores, mas o que ele diz no vídeo é perfeitamente compreensível e real! Refere-se a política e não religião).
Numa outra parte do livro, há a afirmação que a Liga dos Estudantes Nazistas tentou influenciar o que era ensinado na universidade:
 
pág 350
 
"...interviremos onde a visão nacional-socialista do mundo não for convertida na base e no ponto de partida da pesquisa científica e erudita, e o professor não orientar por iniciativa própria os estudantes nesses pontos de partida ideológicos dentro de sua matéria científica ou erudita."
 
Alguma semelhança com os livros aprovados pelo MEC para ensino de crianças, conforme noticiado na Folha de SP? (vejam postagem anterior a essa neste blog)
 
Na página 104 e 105, enquanto o autor aborda o tema "estado policial" ele informa falando do judiciário:
 
"Leis e decretos vagos e de amplo alcance davam à polícia poderes quase ilimitados de detenção e custódia, praticamente à sua vontade, enquanto os tribunais não ficavam muito atrás em aplicar as políticas de repressão e controle, a despeito dos contínuos ataques do regime à sua suposta leniência. Tudo isso era incentivado, com apenas pequenas reservas - muitas vezes bastante técnicas - por um considerável número de criminologistas, especialistas penais, advogados, juízes e peritos profissionais de um tipo ou outro; homens como o criminologista professor Edmund Mezger, membro do comitê encarregado da preparação de um novo código criminal, que declarou em um livreto publicado em 1933 que a meta da política penal era "eliminar da comunidade racial os elementos que danificam o povo e a raça". Como indicava a frase de Mezger crime, comportamento degenerado e oposição política eram todos aspectos do mesmo fenômeno para os nazistas, o problema, como eles colocavam dos "alienígenas da comunidade", (Gemeinschaftsfremde), pessoas que por algum motivo não eram "companheiros raciais" (Volksgenossen) e, portanto tinham que ser removidas à força da sociedade, de um jeito ou de outro... Paul Werner, resumiu isso em 1939 quando declarou que apenas aqueles que se integrassem por completo na "comunidade racial" poderiam receber os direitos plenos de um membro; qualquer que fosse meramente "indiferente" a respeito estava agindo "com uma mentalidade criminosa ou antissocial" e era, pois, um "inimigo criminoso do Estado", a ser "combatido e abatido" pela polícia."
 
Alguma semelhança com os discursos petistas, pricipalmente da Lula ao referir-se às "elites que governaram por anos esse país e agora tentam acabar com nosso governo, e bla...bla...bla...?
 
Novamente o petista de carteirinha diria que aqui é diferente, pois a polícia não prende, afinal há oposição... Diria eu que "por enquanto não prende"! Se o PT continuar o aparelhamento dos organismos do Estado, com seus acólitos, isto é uma questão de tempo. Judiciário, sindicatos, órgãos públicos, organizações de bairro, jovens, e por aí vai. Até nas igrejas, pois não tenham dúvida que se o partido puder de alguma forma controlar inclusive as igrejas (em especial aquelas mais "frouxas" em questões doutrinárias e de princípios excusos... $$$ me entendem?) eles o farão.
 
Neste livro, o autor aborda também a questão religiosa como podemos ver:
 
Pág. 260
 
"Os nazistas abominavam a divisão confessional da Alemanha e, em um paralelo óbvio com a política de coordenação nas áreas seculares da política, da cultura e da sociedade, muitos desejavam uma religião nacional única com uma igreja nacional única... Unindo os credos Luteranos e calvinistas desde o começo do século XIX, a Igreja Evangélica, diferentemente da Igreja Católica, não devia lealdade real a nenhum  grupo ou instituição mundial, como o papado, fora da Alemanha. Nos tempos do Reich bismarckiano, havia sido efetivamente um braço do Estado; o rei da Prússia, que também atuava como imperador alemão, era o chefe da Igreja Evangélica na Prússia e não fazia segredo de que esperava que esta mostrasse lealdade às instituições estabelecidas."  
 
Bem, se nos lembrarmos dos primeiros anos de Lula, quando ainda sindicalista no ABC, e ativista político preso no DOPS, teve ao seu lado, defendendo-o, a Igreja Católica.
Assim que o PT tornou-se um partido constituido, ficou claro o alinhamento de alguns padres católicos com o PT e inclusive de algumas instituições como as CEBs (comunidades eclesiais de base) que apoiavam claramente alguns movimentos sociais que tornariam-se tentáculos do PT na busca do poder, tal como o MST. Entretanto, por pressão da Santa Sé, alguns padres foram "chamados a razão" tal como ocorreu com Leonardo Boff, ex-padre católico que foi condenado pelo hoje Papa Bento XVI (Joseph Ratzinger) quando ainda dirigia a  Congregação para a Doutrina da Fé, a um ano de "silêncio obsequioso". Hoje em dia, a Igreja Católica já não apresenta a mesma predisposição para apoio político do PT, o que tem rendido alguns "atritos" entre o partido e a Igreja, principalmente em períodos pré eleitorais. Entretanto, as "igrejas de ocasião" que multiplicam-se pelo país assim como a fortuna de seus "donos" auto-denominados como bispos, pastores, cardeais etc e tal, dependem da concessão de TV que está nas mãos do Estado Brasileiro (hoje dominado pelo PT) e eu não tenho dúvidas que em nome da salvação (ou seria $alvação?), esses "vendilhões do templo" como descritos nos evangelhos (Marcos 11:15-19; Marcos 11:27-33; Mateus 21:12-17; Mateus 21:23-27; Lucas 19:45-48 e Lucas 20:1-8), "venderiam suas almas ao partido", para continuarem podendo vender a salvação aos incautos, aumentando seus patrimônios pessoais.
 
Pág 263
 
"Em particular diante da longa história de controle estatal, não é de surpreender que houvesse gestos sérios para nazificar a Igreja Evangélica em 1933. Hitler parece ter tido a ambição de convertê-la em um novo tipo de igreja nacional, para transmitir as novas doutrinas  raciais e nacionalistas do regime e por fim conquistar também a massa de católicos para a causa nazista. O papel-chave seria desempenhado pelos Cristãos Alemães, um grupo de pressão organizado por defensores do nazismo entre o clero em maio de 1932. Não se tratava de forma alguma de uma minoria desprezível. Na metade da década de 1930 existiam uns 600 mil membros da Igreja Evangélica. Já em novembro de 1932 haviam conquistado um terço dos assentos nas eleições da igreja prussiana. Isso os colocou em uma posição forte para assumir a Igreja inteira, intenção que anunciaram num encontro de massa em Berlim no começo de 1933."
 
Algo em comum com o crescimento da "bancada evangélica" no congresso brasileiro?
 
Dados da Wikipedia:
 
Segundo o levantamento do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), houve um aumento de 50% na bancada evangélica na Câmara dos Deputados e no Senado em relação à legislatura anterior. A partir de 1º de fevereiro de 2012, a bancada será composta de 63 deputados e três senadores. No Senado é adicionado ao bloco evangélico o deputado Walter Pinheiro (PT/BA), que vai para a chamada Câmara Alta e se unirá aos Senadores Magno Malta (PR-ES) e Marcelo Crivella (PRB-RJ), reeleitos para exercer seus mandatos por mais oito anos. Entre os partidos, o PSC é o que mais representantes da corrente terá no Parlamento.
 
Nem todos esses representantes podem ser "tachados" de "vendilhões do templo" mas basta verificar que um dos auto-denominados "bispos" o bispo Rodrigues um dos fundadores da igreja universal do reino de Deus, é um dos que estão sendo julgados pelo STF no processo chamado Mensalão. Alguém tem dúvida do "apoio" que uma igreja deste "cidadão" possa dar ao governo do PT em troca de um canal de TV?

Nem tudo está perdido, afinal temos os intelectuais, artistas e outros deste naipe que, atentos, não deixariam um partido assumir o controle de corpos e mentes impunemente.

O nazismo imiscuiu-se também na cultura: teatro, cinema, música etc.

Pág. 150

""A revolução que fizemos", declarou Joseph Goebbels em 15 de novembro de 1933, "é total. Abrangeu cada um dos setores da vida pública e fundamentalmente reestruturou todos eles. Mudou e remodelou por completo a relação das pessoas entre si, com o Estado e com as questões da existência." Foi, prosseguiu ele, "uma revolução vinda de baixo", levada adiante pelo povo porque, disse ele, ocasionou a "transformação da nação alemã em um só povo". Tornar-se um só povo significava estabelecer uma unidade de espírito por toda a nação, pois, conforme Goebbels já havia anunciado em março: "Em 30 de janeiro, a era do individualismo enfim morreu... O indivíduo será substituído pela comunidade do povo"."Revoluções", acrescentou, "jamais se confinam puramente à esfera política. Dali estendem-se para cobrir todas as outras áreas da existência social humana. Economia  e cultura, ciência, erudição e arte não ficam protegidas do impacto." Não poderia haver neutralidades nesse processo: ninguém poderia ficar à margem sob alegações falsas de objetividade, ou de arte pela arte. Pois, declarou ele: "A arte não é um conceito absoluto, apenas ganha vida a partir da vida das pessoas." Portanto: "Não existe arte sem viés político""

Bem, infelizmente vemos aqui no Brasil, alguns artistas que ainda se prestam a fazer propoganda do PT e seus candidatos como se desconhecessem os "meandros do poder".

Pág 151

"O ministério de Goebbels, provisionado com ideólogos nazistas jovens e comprometidos buscava não só apresentar o regime e suas políticas por um angulo positivo, mas também gerar a impressão de que a totalidade do povo alemão endossava entusiasticamente tudo que era feito. Entre todas as coisas que fizeram do Terceiro Reich uma ditadura moderna, uma das mais impressionantes foi a sua exigência incessante de legitimação popular. O regime colocou-se quase desde o início em um estado de permanente consulta plebiscitária das massas."

Alguma semelhança com o Brasil atual sob a égide do PT?

Ainda na pág 151:

Goebbels era bastante franco sobre o fato de a legitimação popular do Terceiro Reich ser manipulada pelo regime. Era tarefa do Ministério da Propaganda coordenar e comandar toda a apresentação pública do regime e de suas políticas.

Blog do Estado de São Paulo: 07 de outubro de 2012 (http://blogs.estadao.com.br/radar-politico/2012/10/07/povo-nao-esta-preocupado-com-o-mensalao-diz-lula/)

"Povo não está preocupado com o mensalão, diz Lula

Bruno Lupion, de O Estado de São Paulo
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na manhã deste domingo, 7, que o julgamento do mensalão não deve influenciar o eleitor. “O povo não está preocupado com isso. Está preocupado em saber se o Palmeiras vai cair e se o Haddad vai ganhar”, disse ao falar com a imprensa durante café da manhã com líderes petistas na capital paulista. O candidato Fernando Haddad estava entre os presentes."

Alguma semelhança? No cinema tivemos recentemente um filme sobre a vida do Lula (Lula o filho do Brasil).

Vejamos o que os nazistas pensavam e faziam sobre este assunto:

Pág 158

"Dirigindo-se a representantes da indústria cinematográfica em 28 de março de 1933, Goebbels condenou os filmes de propaganda grosseiros que estavam "por fora do espírito da época": "O novo movimento não se esgota em marchas na praça de armas e toques de trombetas", disse ele. Os filmes tinham que se adequar ao novo espírito da época, disse ele, mas também tinham que atender ao gosto popular. A propaganda, disse Goebbels, era mais eficiente quando indireta:
Esse é o segredo da propaganda: impregnar a pessoa das metas a serem captadas sem que ela perceba que está sendo impregnada. Claro que a propaganda tem um propósito, mas o propósito deve ser escondido com tamanha sagacidade e virtuosismo que a pessoa sobre quem esse propósito deve ser posto em prática não deve percebê-lo de modo algum."

Pág 170

"Em 22 de setembro de 1933 Goebbels conseguiu aprovar um decreto para estabelecer  a Câmara de Cultura do Reich, tendo ele mesmo como presidente. O órgão continha sete subseções, também conhecidas como câmaras - de literatura, teatro, música, rádio, cinema belas artes e imprensa - correspondentes às divisões já estabelecidas em seu ministério."

Temos no Brasil algumas tentativas de controle da imprensa, a lei que trata de conteúdo nacional nas Tvs por assinatura (apenas para os acólitos), agora a ministra Marta lançou um edital para produção de conteúdo artístico apenas para os considerado "minorias raciais" (Marta Suplicy cria edital para artistas negros. Há menos de um mês na cadeira de ministra da Cultura, Suplicy anuncia criação de edital para produtores e criadores artísticos negros...http://exame.abril.com.br/brasil/noticias/marta-suplicy-cria-edital-para-artistas-negros), o livro em minha opinião encomendado pelo PT ao Amaury Ribeiro Jr. "Privataria Tucana". Óbviamente ainda o PT não pode mandar prender aqueles que discordam, mas volto a dizer, com o aparelhamento do Estado, isto é uma questão de tempo.

A visão nazista sobre a cultura e o papel do nacional-socialismo na construção de um novo mundo (discurso muito parecido com o do Lula e sua troupe):

Pág 249 (discurso de Goebbels)

...O Nacional-socialismo não é apenas uma doutrina política, é uma perspectiva geral, total e todo-abrangente, sobre todas as questões públicas. Portanto, por uma questão de suposição natural, toda nossa vida tem que se basear nela. Esperamos que chegue o dia em que ninguém precise mais falar sobre nacional-socialismo, visto que terá se tornado o ar que respiramos! Assim, o nacional-socialismo não pode se contentar com mera devoção da boca para fora, ele deve atuar sobre a mão e o coração. As pessoas devem se acostumar internamente com essa forma de se comportar, devem convertê-la em seu conjunto próprio de atitudes; só então se reconhecerá que uma nova vontade cultural determina toda nossa existência nacional de forma orgânica. Um dia, o despertar espiritual de nossa época emergirá dessa vontade cultural." 

Felizmente a Alemanha perdeu a guerra para os Aliados, caso contrário talvez muitos de nós não estivessem aqui agora. Entretanto muitas vidas se perderam, porque um povo se calou enquanto eram manipulados, e acredito, lendo este livro, que muitos deixaram-se manipular, embora percebessem o que ocorria. Não quero repetir esta história aqui em minha pátria. Nosso judiciário ainda possue baluartes de honradez do porte de um Ministro Joaquim Barbosa e outros que votam com ele. Mas já percebemos o aparelhamento petista alcançando também o judiciário. Quanto ao legislativo é piada querer dizer que são controlados. Basta ver o processo do mensalão, que segundo o PT e o Lula, trata-se de uma farsa, e não existiu.

Na Veja desta semana há uma reportagem com um ex-companheiro do José Dirceu, Sr. Silvio Mota, onde ele afirma, falando do companheiro José Dirceu enquanto ambos faziam treinamento militar em Cuba em 1969:

"O Dirceu era preguiçoso egoísta. E continua sendo preguiçoso e egoísta. Se preocupava apenas com seus projetos pessoais. Sempre notamos isso. Ele era uma pessoa famosa, fazia amizades, as pessoas o procuravam. Era amigo de gente influente em Cuba, o que lhe garantia alguns privilégios."  Veja edição 2291  ano 45 nº 42 de 17/10/2012. Pág 64

Minha conclusão é que o PT não é, nunca foi, e nunca será, um partido democrático, enquanto esta geração de dirigentes estiverem à frente do partido. A formação ideológica desse grupo é necessariamente autoritária. Formaram-se nas hostes do Stalinismo e do Castrismo, ambos líderes incontestes pela força das armas. Por isto não voto e não votarei no PT e não acredito em uma palavra emitida pelos representantes deste (des) governo.

Para mim, o PT, em especial o Lula é representado pela imagem abaixo:

 


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