sábado, 30 de outubro de 2010

Lula e o PT - Alucinógenos do povo. Parte I


Vamos entrar nesta roubada? (ou, "Acho que eu vi um gatinho"!!!)


Não me lembro precisamente de datas, mas em algum mês entre 1990 e 1994 (para os fins deste “post” esta informação é irrelevante), enquanto exercia a função de Diretor de Recursos Humanos de uma empresa nacional de grande porte, à época com aproximadamente 2000 funcionários, o presidente da Cia. que era meu “chefe” me disse: “- Estava assistindo TV ontem à noite e vi uma entrevista com o Dr. Lair Ribeiro.
Ele falava sobre neuro-lingüistica e sobre as palestras e seminários que desenvolve falando sobre “o poder da mente”, motivação etc. e tal. Acho que seria bom fazermos algumas palestras para nossos funcionários com ele. O que você acha?”
Não sou uma pessoa que se impressione facilmente com discursos. Observador, ouço, mas também analiso as frases que não foram ditas, mas foram expressas através do corpo: trejeitos, nervosismo, olhares, meneios... Quando se trata de modismos então, pior ainda. Sou mais cauteloso, pois há muitos “vendedores de milagres” no mercado. A auto-ajuda, “gênero literário” amplamente divulgado nas livrarias, realmente ajudam: os autores e as editoras. Não conheço alma sequer que tenha melhorado ou enriquecido após a leitura de um desses títulos.
Bem, Lair Ribeiro era “o cara do momento”. Livros, entrevistas na TV, palestras e um séquito de discípulos que além de lerem todos os seus textos, andavam sempre com algumas notas de US$ na carteira (alguma simpatia que o Dr. Lair dizia ser para atrair riqueza).

Bem, meu “chefe” me pediu uma opinião e eu precisava fornecê-la, de maneira clara. Tinha uma “sensação” que aquilo era uma roubada, mas como não conhecia mais profundamente as idéias do Dr. Lair, não quis ser taxado de preconceituoso. Sugeri então:
 “- Não conheço as idéias do Dr. Lair a ponto de dar essa resposta. Mê dê um tempo para poder ler alguns de seus artigos/livros, quem sabe participe de alguma palestra e em “X” tempo lhe darei uma opinião embasada”.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Manifesto em defesa da democracia

Este Sr. Hélio Bicudo, sabe do que está falando, afinal não nos esqueçamos, foi vice-prefeito de SP na péssima gestão de Dna. Marta. Este vídeo denuncia as tentativas de cerceamento de liberdade perpetradas pelo PT, dito por alguém que esteve dentro do partido e ao perceber o que ocorria, resolveu sair. Vale a pena ver. O vídeo está no You Tube disponível para quem quiser.





quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Porque não voto no PT - Última Parte (será?)

Criação da República Sindical Brasileira – A era LULA


A máquina sindical com grande ênfase no serviço público, mais afetado com as privatizações recentes que extinguiu muitos “cabides de emprego” (energia elétrica e comunicações, por exemplo) funcionou bem, amplificando a insatisfação popular.
Plagiando Lula “nunca antes neste país” os sindicatos haviam dado tanto dinheiro dos seus afiliados, dinheiro este que deveria servir à causa de uma categoria específica de trabalhadores, para assegurar os cargos melhor remunerados que esses mesmos sindicalistas iriam ocupar em um eventual governo petista (dinheiro para campanha eleitoral). E assim foi.
 Para chegar ao poder, o PT uniu-se a antigos adversários políticos. Os sindicalistas hábeis em “obter espaço” fruto de anos de experiência à mesa de negociações, obtiveram todo o espaço que queriam e muito mais. Lula colocou, se não todos, a grande maioria dos antigos “companheiros” de luta sindical em posições as mais variadas dentro do governo. Até aí tudo bem, desde que eles tivessem a experiência e conhecimento necessários para gerir de maneira técnica e não política as pastas sob sua responsabilidade.

Alguns exemplos:

Jair Meneguelli – torneiro mecânico e ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. É Presidente do Conselho Nacional do Sesi e comanda um orçamento de R$ 34.000.000,00. Salário atual: R$ 25.000,00. Salário anterior (no tempo de sindicalista) R$ 1.671,61.

Heiguiberto Navarro – ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. É assessor do Secretário Nacional de Estudos e Políticas da Presidência da República. Salário atual: R$ 6.396,00. É ele quem articula os eventos do Presidente Lula quando ocorrem fora do Palácio do Planalto. Recordando, ele é ferramenteiro e na época tinha um salário de R$ 1.671,61.

João Vacari Neto – bancário, ex-presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo. É membro do Conselho Nacional de Itaipu. Ajuda a decidir sobre a alocação do orçamento de Itaipu, cerca de R$ 4.500.000.000,00. Salário de R$ 13.000,00. Antes o seu salário era de R$ 4.909,20.

Paulo Okamoto – fresador, ex-tesoureiro da CUT. Presidente do SEBRAE. Salário R$ 25.000,00. Comanda um orçamento de R$ 1.800.000.000,00. Salário anterior, quando era fresador: R$ 1.671,61.

Wilson Santarosa – Foi membro da diretoria do Sindicato dos Petroleiros de Campinas. É gerente de comunicação da Petrobrás e membro do Conselho Deliberativo da Petros. Comanda um orçamento de R$ 250.000.000,00.

João Antônio Felício – professor de Desenho e História da Arte e ex-presidente da CUT. É atualmente membro do conselho do BNDES, salário R$ 3.600,00 por reunião da qual participa, com direito a transporte, hospedagem mais ajuda de custo. É um dos responsáveis pela aprovação do orçamento do BNDES de R$ 65.000.000.000,00. Tem sob sua responsabilidade opinar sobre sua destinação orçamentária e acompanhar a execução.

Sergio Rosa – escriturário e ex-presidente da Confederação Nacional dos Bancários. É atual presidente do Previ, Fundo de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. Comanda um orçamento de cerca de R$ 106.000.000,00.


José Eduardo Dutra – geólogo, ex-presidente do Sindiminas de Sergipe, atual Sindipetro.
É presidente da BR Distribuidora, com um salário de R$ 44.000,00. Comandará, entre 2008 e 2012, um orçamento de R$ 2.600.000.000,00.

Wagner Pinheiros – analista de investimentos. Diretor da Federação dos Bancários de São Paulo. É presidente da Petros, Fundo de Pensão dos Funcionários da Petrobrás. Salário atual de R$ 44.000,00. Comanda um patrimônio R$ 32.400.000.000,00. Salário anterior: R$ 5.232,29. É bom frisar que o salário anterior era o salário percebido como dirigente sindical.


Nada contra às pessoas que crescem profissionalmente por seus próprios méritos, estudo, dedicação e empenho e inquestionável conhecimento técnico. Infelizmente não creio seja o caso desses srs. acima mencionados para as funções a que foram designados.

Bem, isto não bastava ao PT, colocar todos os amigos no governo. Era preciso cooptar o povo.
 O PT governo com todo o orçamento da união nas mãos, grande bancada no legislativo comprada a base dos mensalões e outros escândalos, e os sindicalistas hábeis com as palavras se incumbiram disto. Mais uma vez plagiando o Lula “nunca antes neste país” se comprou a consciência de tantos cidadãos inocentes, crentes, e agora, a imprensa que foi fiel aliada do PT desde o início, passa a ser a maior responsável e maior inimiga do (des)governo, por continuar fazendo exatamente a mesma coisa que sempre fez: denunciando as falcatruas, as mentiras apontando os suspeitos, trazendo “luz às trevas”.











Sindicatos são truculentos, acostumados em alguns casos a chegar às “vias de fato”, com polícia, ocupações etc. O MST que é mais um braço deste monstro disforme que virou o estado brasileiro, mistura de interesses pessoais e projetos individuais de poder, movido por megalomaníacos, esquizofrênicos e personalistas (tal como Hitler e Stálin) do porte de José Dirceu, Dilma Roussef, Marta Suplici, Ideli Salvati e outros, querem recorrer agora à lei da mordaça e calar na marra a boca da imprensa.












Diz-se que o tesoureiro de campanha da Dilma está enviando uma carta às empresas “pedindo” uma contribuição. Não vi a carta, mas a fonte que me contou é fidedigna.









Tive a necessidade, por “dever do ofício”, de sentar para negociar com um sindicato alinhadíssimo com o governo de Brasília. Lá pelas tantas na nossa “conversa” ouvi a seguinte frase, do meu interlocutor, referindo-se ao governo de Brasília: “No nosso governo, as coisas são diferentes...”

Haja diferença no "nosso governo"!!!










Realmente elas são diferentes, o engodo é feito por profissionais ilusionistas que asseveram, que ao contrário do que todos vêem, o Rei não está nu.


 Simplesmente, “nunca antes neste país” havíamos tido a oportunidade de desenvolver um tecido de tal qualidade... E dá-lhe “bolsa-cala-a-boca” para sustentar a farsa.












 O problema maior desta declaração a meu ver é a afirmação “no nosso governo”, como se o presidente representasse não um país todo, mas apenas um pequeno grupo, no caso, os sindicatos. Pelo que me consta o Presidente de um país governa (ou deveria governar) para a nação inteira, e não apenas para uns poucos escolhidos. Não bastasse isso tudo, para garantir sua maioria acolhe e defende figuras do calibre de Collor, Sarney para ficar nos nomes mais conhecidos. Hoje o “diabo” são aqueles que dividiram o palanque com Lula exigindo eleições diretas, anistia, liberdade de expressão e por incrível que pareça a imprensa que lhe serviu no passado.

"Hoje o "diabo" são os antigos companheiros de palanque na luta pela democracia"
Lula só chegou aonde chegou porque a imprensa ajudou-o amplificando seu discurso. Sem ela, ele Lula seria apenas mais uma estatística de operário morto durante o regime militar. E agora ela é acusada de partidária e mentirosa.


Não fosse a imprensa, Lula seria apenas mais uma estatística dentre os mortos pela ditadura
Os fundadores do partido, grande parte deles deixaram seus quadros por não concordar com a “nova postura” (Eloísa Helena, Marina Silva, Hélio Bicudo, Luiza Erundina) além dos que foram "convidados a se retirar", principalmente os não tão famosos.
Os que ficaram estão muito bem obrigado, e não demonstraram “a que vieram”: Eduardo Suplicy aquele do cartão vermelho para o Sarney depois que a vaca já havia ido para o brejo na questão dos “atos secretos do senado”; Mercadante que também afirmou deixar a liderança do partido após o mesmo episódio do Sr. Sarney e após 15 minutos de papo com o Lula volta atrás e sai candidato ao governo de SP apoiado por e apoiando em troca Lula e sua herdeira Dilma? Ainda tem a cara-de-pau de afirmar que a imprensa é mentirosa? Quem sobra? Genoíno que não se reelegeu? Ideli Salvatti que não conseguiu nem ir para o 2º turno da eleição para o governo de seu estado (SC)? Palocci? Dirceu?

Dilma Roussef é uma ilustre desconhecida. Nunca concorreu a nenhum cargo eletivo. Mais me parece um papagaio de pirata do Sr. Lula, pois ele sempre afirma que “votar em Dilma é votar em mim (Lula)”. Afinal quem será o presidente? De quem é o programa de governo?











A minha questão é a seguinte: sou visceralmente a favor da liberdade, e o PT dá claros sinais de que irá “censurar” tudo que lhes convier, e isto já está acontecendo; figuras do porte de Hugo Chavez, Fidel Castro, Evo Morales, Mahmoud Ahmadinejad, casal Kirchner, Fernando Lugo, me causam asco, pois são além de personalistas, mentirosos. O Sr. Lula os admira e faz questão de demonstrar isto. “Diga-me quem admiras e com quem andas, e direi quem és... “















Não quero viver em um país de indigentes intelectuais, de uma turba dependente de “esmolas do governo” travestida de bolsa qualquer coisa, e muito menos precisamos que alguém fique interpretando a realidade para nós. Sabemos perceber e podemos tirar nossas próprias conclusões. Queremos é que o governo dê Educação, Saúde e Segurança de qualidade para esta nação. Deixe o resto conosco (população) que fazemos melhor sem vocês!

Se quiserem ver antigos vídeos quando o Lula dizia o contrário do que tenta nos convencer hoje, sigam os links abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=83WUqpvddq8&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=k-ii8gJCZ_4&feature=related


http://www.youtube.com/watch?v=dyd6nFQpqYs&feature=related


http://www.youtube.com/watch?v=0NRqla-g8Do&feature=related


http://www.youtube.com/watch?v=M3ituI8y5qg&feature=related


http://www.youtube.com/watch?v=Lupymn8c034&feature=related


http://www.youtube.com/watch?v=A5CBVgWSaBU


































domingo, 17 de outubro de 2010

Porque não voto no PT - Parte IV


A era FHC – Consolidação do Real / estabilidade / Comunidade Solidária


Na minha percepção, este é o momento da ruptura. Fernando Henrique Cardoso havia participado da maioria, senão de todos os eventos pró democratização e em muitos deles, com o Lula ao seu lado.













O PT começa a detratar o Plano Real e seus idealizadores. Quando FHC candidata-se à Presidência da República, o plano passa a ser na visão e discurso petista, mais um plano eleitoreiro, e as críticas deste partido avassalam por todos os cantos, principalmente porque Lula era candidato novamente, e se autodenominava “A oposição”.
PT afirmava que o Plano Real tinha objetivos meramente eleitorais e na realidade iria empobrecer mais ainda o trabalhador
O partido perdeu as eleições novamente e continuou legítimamente, e com auxílio da imprensa a denunciar escândalos durante a era FHC. O PT já era um partido grande com muitos filiados, algumas prefeituras, governos de estados e muitos representantes no legislativo. Eu mesmo havia, infelizmente, dado meu voto a alguns legisladores petistas. Ainda era possível acreditar no partido e em suas intenções, não obstante seu discurso radical de esquerda com o qual nunca concordei.

Transcorre o primeiro mandato de FHC e o Plano Real se mostra forte apesar da torcida contra. A economia, apesar da má conjuntura internacional, consegue sair-se muito melhor do que já havíamos vivido nos inúmeros planos que antecederam o real (Bresser, Cruzado, Cruzado Novo e outros...). O PT diminui seu ímpeto em questionar o Plano Real, mas continua batendo em outras frentes, e tudo isto de maneira legítima, e com o auxílio da imprensa.
Ao término de 8 anos de governo Fernando Henrique, a economia estava forte, os alicerces que haviam sido lançados, resistiram aos vendavais do mercado, e o Brasil não havia soçobrado.










Obviamente, sentimos os efeitos das crises asiática, mexicana e russa, mas não afundamos como em outras vezes. O dólar às vésperas da 1ª eleição de Lula, bate próximo à casa dos R$ 4 para US$ 1, nítidamente pelo medo do mercado com a possibilidade efetiva da eleição de Lula e conseqüente incerteza sobre quais rumos a economia tomaria sob um eventual governo petista, e não por problemas econômicos do país. A Dona Ruth Cardoso havia lançado o programa Comunidade solidária, que se tornou o início de um processo de inclusão social não clientelista. Nas palavras do “Portal do Voluntário” (http://portaldovoluntario.org.br/blogs/54354/posts/1953), “O Comunidade Solidária rompeu com a cultura clientelista no combate à pobreza. Deu nova feição às políticas públicas, enfrentando a pobreza de forma mais abrangente, com projetos de educação, trabalho, saúde, saneamento”.










Final de governo FHC, o PT havia aprendido após perder tantas eleições presidenciais que o discurso não podia ser radical, e que era preciso estabelecer alianças para poder chegar ao poder. Inicia-se a fase “Lulinha paz e amor” e o discurso radical é amenizado, visando obter apoio popular. Havia uma insatisfação no país com o desemprego (em grande parte culpa das crises mundiais recentes), a distribuição de renda que ainda não se fazia sentir, principalmente porque os programas sociais do governo FHC não queriam “dar o peixe” e sim, “ensinar a pescar”. E aprender demora mais tempo e cansa mais. Não nos esqueçamos que o próprio Lula afirma para quem quiser ouvir que "ler dá sono". Que exemplo ele pretende passar para a sociedade e para nossos filhos?





sábado, 16 de outubro de 2010

Porque não voto no PT - Parte III


O mundo não é cor-de-rosa só porque temos eleições...


Bem, a censura acabou, os jornais não precisam mais publicar poemas ou receitas no lugar das notícias que interessam a todos (o Estadão hoje em 2010 está sob censura ... e no governo do PT! ).


Infelizmente Tancredo Neves não chega a ser empossado e morre, assumindo em seu lugar a figura nefasta do Sr. Sarney, coronel maranhense. Com isto, de repente, o que unia a oposição que era a luta pelas liberdades democráticas, após a edição da nova constituição, deixa de existir e os partidos outrora reunidos sob um desejo comum, representando uma nação, entregam-se a interesses grupais. Legitimamente todos eles desejam o poder, desejam governar, e é para isso que existem os partidos políticos. Porém esses partidos se perdem em acusações mútuas. Antigos colegas de trincheira contra a ditadura tornam-se adversários, e o PT é uma oposição ferrenha.




 







O Sr. Sarney com seu plano cruzado, nos leva para o buraco, a corrupção grassa em todas as esferas do governo e o PT principalmente é o maior denunciador, exercendo de maneira impecável e com o auxílio da imprensa, seu dever inalienável de contestar e denunciar os acordos feitos na calada da noite, a compra de votos, subornos, propinas etc. Na primeira eleição direta para presidente que ocorreu no final de 1989, o PT legitimamente concorre tendo como candidato o inexperiente político Lula. Ele nunca havia assumido nenhum cargo executivo, apenas como deputado federal por SP. Fora isto tinha tão somente a experiência, muito boa por sinal, de influente líder sindical e de operário metalúrgico. Era pouco, segundo o entendimento da sociedade para dirigir um país com os problemas que o nosso apresentava, por isso foi preterido pelas urnas a favor de outra figura nefasta, o Sr. Collor de Melo.

Nesta época o PT ainda era um partido de ideais e desempenhava brilhantemente seu papel de oposição, denunciando as “falcatruas” do Planalto. Era um partido limpo, crível, um pouco demais da conta radical, mas confiável. Usou com todo o direito, a imprensa para “botar a boca no trombone” contra os políticos corruptos, enganadores, mentirosos. Maluf, Sarney, Collor, Renan Calheiros, ACM, e outros que o digam (os que ainda estão vivos...). Denunciou e participou da articulação, juntamente com outros partidos e organizações da sociedade, que felizmente arrancou o poder das mãos de Fernando Collor, tornando-o inelegível.










 Assume em 1992 o vice de Collor, o Sr. Itamar Franco. Após tanta bandalheira cometida na era Collor, o Sr. Itamar faz um governo brilhante, e reconduz o Brasil, aí sim, “como nunca havia antes acontecido na história recente do país” aos trilhos da estabilidade econômica através do Plano Real, conduzido pelo Ministro FHC.