sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Graças a Deus, faltam só 7 dias para o fim da era LULA

Nunca antes neste país...ouvimos um presidente falar tanta asneira!


Está acabando! Tudo bem que vamos ter que aguentar o genérico, mas o culto a personalidade, marca do período Lulista está acabando. -Eu sou "o cara", deveria ser o bordão.

A população que votou "no cara" e "na cara" ainda vai chorar quando tivermos que pagar "as contas" que eles deixarão para trás. Alías já vamos começar a pagar no próximo ano: restrição de crédito, juros mais altos, cortes no orçamento, correção menor de benefícios e eventualmente até do salário mínimo...
Vamos ver se os "milhões de empregos com carteira assinada" criados às pressas nos últimos anos se manterão. Não sou cavaleiro do apocalípse, mas aprendi em contabilidade que as colunas de débito e crédito devem andar parelhas. Não tem como gastar mais do que recebe, contar com o ovo que a galinha ainda não botou, usar o limite rotativo do cartão de crédito...em algum momento a conta não fecha e daí...senta e chora.
Infelizmente ainda não sentamos e por enquanto tudo é festa. Até a posse do próximo inquilino do Planalto, tudo vai ser cor-de-rosa. Vamos ver quando chegar a fatura do "cartão de crédito corporativo".
Uma coisa não há dúvida. O pagamento vai doer no nosso bolso porque aqueles que fizeram as despesas não terão que mexer em suas carteiras.
Será que é por isto que o Franklin Martins está tão desesperado para aprovar o tal "marco regulatório da imprensa" neologismo da era Lulista para censura? Impedir que divulguem as "cobranças" desta conta enorme que cairá em nosso colo?

Tchau Lula! Já vai tarde! Espero não ver mais sua cara tão cedo na TV (embora não costume vê-lo pois quando você aparece, mudo de canal! ahahaha)! A mim você nunca enganou!

sábado, 18 de dezembro de 2010

Tchaikovsky morreu! (e está se revirando na tumba!)




O Natal está chegando. Imagine só assistir a tradicionalíssima peça natalina “O Quebra Nozes”! Maravilhoso! Wonderful! Wunderbar! Merveilleux!

Comprei os ingressos: quinta fila, corredor central, de frente para o palco. Não queria perder um movimento sequer! Primeiros bailarinos russos do Russian State Ballet de Moscou, Anna Scherbakova e Dmitry Kotermin convidados... Imperdível certo?

Bem, como disse uma amiga, deveríamos mudar o nome de “O quebra nozes” para nossa versão tupiniquim, “O quebra cara”!





Quando estava consultando o site do Teatro Alfa para saber horários, preços, mapa da sala etc, estranhei que não havia nenhuma referência a orquestra que acompanharia os bailarinos. Ingênuamente pensei: bem, a orquestra deve ser composta de diferentes profissionais de diferentes orquestras paulistas (OSESP, OSUSP e outras), por isto não tem um nome.

Bem, chega o grande dia. Estava ansioso, “aportei” no teatro com 1 hora e meia de antecedência. Sabe como é o trânsito de SP, ainda mais com as chuvas torrenciais que tem caído ultimamente, não quis arriscar. É melhor esperar lá no teatro do que dentro do carro, parado na Marginal do Pinheiros, roendo as unhas de raiva!
Melhor esperar no teatro do que no carro no meio da Marginal Pinheiros

Foi minha primeira incursão no Teatro Alfa. Não o conhecia. Achei-o meio “acanhado”, ou seja, pequeno. Bonito, sim, bem cuidado... mas simples. Não importa, o importante é o cenário, a acústica...

Entrei e fui direto ao fosso onde ficam os músicos. Queria ver se tinha algum conhecido nosso (meu e da minha esposa) dentre os músicos da orquestra. Tchan, tchan, tchan, tchan! Não há nada nem ninguém no fosso! Apenas uma cama elástica!
Não há nada nem ninguem no fosso, apenas uma cama elástica

Volto para minha poltrona indignado e comento: - não há orquestra! Vamos assistir uma versão videokê do Quebra Nozes. Playback! Dá para crer?

Versão videokê do Quebra Nozes

Esta peça é famosa por causa da música belíssima de Tchaikovsky. Não terá música ao vivo? Como pode? Bailarinos russos (legítimos) se dignarem a cometer um sacrilégio deste com um conterrâneo, submetendo-se a se apresentar com playback? Só falta ser “fita cassete” ou um disco de vinil 78 rotações todo riscado!


















Comentei novamente que minha vontade era de levantar e ir embora, mas contive-me e pensei em fazer uma limonada com aquele limão. Quem sabe o espetáculo poderia ser bom apesar das nuvens negras que pairavam sobre minha cabeça.

nuvens negras sobre minha cabeça

Caros leitores. Não sou crítico de arte muito menos bailarino, mas entendo de música e entendo de arte. Já tive oportunidade de assistir ao Ballet Bolshoi quando estiveram em SP no Teatro Municipal e assisti em DVD inúmeras apresentações de ballet com diferentes companhias pelo mundo afora. Percebo deslizes, pouca técnica, amadorismo. Vi tudo isto. Até a “orquestra errou” apesar de ser playback. Em uma das 2 únicas danças realizadas pela solista russa a música veio acompanhada por um “chiado” suspeito. Comentei: - o cd vai parar! Imaginem se isto acontece no meio da dança!

O pior é que a platéia insistia em aplaudir a cada salto dos bailarinos, esquecendo-se (ou não percebendo) que por ser playback não dá para parar exceto em alguns locais pré determinados. Conclusão, a platéia aplaudia e os bailarinos não davam a mínima para os aplausos, exceto em alguns momentos onde, no ensaio, haviam combinado de “dar um pause” no CD. Ridículo! Me lembrou uma cena do Cirque de Soleil onde o palhaço coloca um fone de ouvido gigante no microfone e solta um playback da Abertura 1812 também de Tchaikovsky enquanto rege para a platéia uma orquestra invisível. Pelo jeito o pobre Piotr Ilich já está acostumado a ser ridicularizado em público.

Pelo menos no Cirque de Soleil a proposta é uma sátira (veja vídeo abaixo com a cena referida).



Os dançarinos russos foram irrepreensíveis. Sentia firmeza nos saltos, a precisão dos movimentos em espelho. As “agarradas” no ar com segurança e sem ter que ficar “arrumando a mão” depois de ter segurado a bailarina em seu salto. O ritmo preciso, dentro do compasso. Até o tutu (pronuncia-se titi e é aquele vestidinho que as bailarinas usam) da Anna Scherbakova balançava exatamente no compasso enquanto ela dançava a “Danse de la Feé Dragée” ou a “Dança da fada do açúcar” em português.
Infelizmente não posso falar o mesmo do elenco nacional. Teve momentos em que eu e minha esposa chegamos a comentar, parecer que estávamos assistindo uma daquelas apresentações de final de ano da escola dos filhos. Uma boa escola, mas...escola. Os saltos das bailarinas não eram precisos; os bailarinos ao pegá-las no ar, depois tinham que ficar “ajeitando a mão” para uma posição mais “confortável de sustentação”; os movimentos em espelho não eram precisos; a altura de pernas e braços em movimentos sincronizados variava de um dançarino para o outro, altura dos saltos e abertura das pernas e insegurança em alguns momentos ficava nítido, principalmente nos saltos.

Já a russa não saltava, ela “flutuava” até os ombros ou mãos de seu par. Isto é técnica, e técnica se aprende com muita prática e obviamente bons professores, com experiência internacional significativa.

E este é o problema do Brasil. Como nossa cultura e nosso governo (ou melhor des-governo) não dá a mínima para a arte (o Lula acha que jogar tênis é coisa de burguês, o que dizer de ballet?) temos que ir aos trancos e barrancos para conseguir algo mínimamente razoável em termos artísticos, mas estamos anos-luz atrás da Europa.

Parabenizo a Companhia de Dança Cisne Negro pela obstinação e pelo empenho, mas não posso dizer que estava bom para “prestigiar o que é nosso”. Não compactuo com a tolerância à mediocridade que se instalou neste país principalmente após a ascenção do PT ao governo. Como brasileiro, torço para que surjam outras Cias. de dança do porte da Cisne Negro para melhorar a qualidade de nossos bailarinos e da arte em geral. Como espectador sinto-me ludibriado. Me venderam gato por lebre, afinal se soubesse préviamente que o ballet seria um videokê, nem que fosse o Baryshnikov ou o Nureyev perderia meu tempo!

me venderam gato por lebre

Bem, agora vou comer minha primeira noz natalina, mas vou quebrá-la a marteladas, pois o quebra nozes este ano me quebrou a cara!

Minha primeira noz natalina a martelada























segunda-feira, 22 de novembro de 2010

"Há algo podre no reino da Dinamarca"

O Hamlet tupiniquim




Notícia no site do "O Estado de SP" de sábado, 20/11/2010:

"Quando a Caixa Econômica Federal comprou 35,5% do Panamericano por R$ 740 milhões, em novembro de 2009, o banco de Silvio Santos valia R$ 2,1 bilhões na Bolsa de Valores de São Paulo. Na última quinta-feira, o chamado valor de mercado havia desabado para R$ 1,2 bilhão. Ou seja, só nesse item, a instituição controlada pelo governo federal perdeu mais de R$ 320 milhões – diferença entre a participação de 35,5% em relação a R$ 2,1 bilhões e a R$ 1,2 bilhão."










Notícia do site do Terra de quarta-feira 22 de setembro de 2010, 9 dias antes do 2º turno das eleições presidenciais:

"Lula cancela reunião para receber Sílvio Santos.
Direto de Brasília
O empresário e dono do SBT, Silvio Santos, apareceu no Palácio do Planalto nesta quarta-feira para uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O apresentador disse que, durante o encontro, convidou Lula para apresentar a abertura do Teleton e pediu que o presidente fizesse uma doação pelos 12 anos do programa, que é destinado a arrecadar recursos para crianças e adolescentes com necessidades especiais."



Notícia do site do "O Estado de SP" de 09 de novembro de 2010, após a visita de Silvio Santos a Lula em Brasília, e após o 2º turno das eleições presidenciais:


"Banco Panamericano, do Grupo Silvio Santos, recebe R$ 2,5 bi para cobrir fraude.
Empréstimo para salvar banco foi obtido no Fundo Garantidor de Crédito e tem como respaldo o patrimônio do empresário e apresentador de TV.
Segundo apurou a reportagem, o rombo foi descoberto há cerca de um mês pelo Banco Central. Tinha passado despercebido pelos controles internos do Panamericano, seus auditores independentes e pelo pente-fino feito pela Caixa quando comprou uma participação de 49% do capital votante do banco, no fim de 2009".



Vejamos que o "rombo" foi descoberto no início de outubro pelo BC (pelo menos é isto que ele afirma, embora eu não acredite...) e a notícia só veio a público após o 2º turno das eleições. Inicialmente dizia-se que a Caixa e o tesouro nacional não haviam sido afetados pelos problemas financeiros do banco, e que apenas o apresentador Silvio Santos assumiria com seu próprio patrimônio a liquidez da instituição.
Tudo conversa mole. Agora começam a surgir "outras versões" para os fatos.

Hamlet o personagem Shakesperiano da peça teatral homônima, afirma, após o assassinato de seu pai, o rei da Dinamarca, pelo próprio irmão Claudio para casar-se com a rainha e herdar o trono a célebre frase: "há algo podre no reino da Dinamarca".


A podridão a que se refere Hamlet (filho) é a traição perpetrada por seu tio Claudio que envenena seu pai, também chamado Hamlet, rei Dinamarques para assumir o trono em seu lugar e casar-se com a rainha Gertrudes, até então sua cunhada. Secretamente Claudio despeja veneno no ouvido do rei. Não quer que o povo e a corte saiba de suas intenções e ambições de poder. Faz tudo às escondidas.

Hamlet o príncipe é visitado pelo espírito de seu pai que lhe conta a verdade dos fatos, e pede vingança. O problema é então transferido ao príncipe que passa seus dias tentando provar a traição do tio e vingar a morte do pai.


Somos enquanto sociedade brasileira tal como o príncipe Hamlet. Histórias mal explicadas, sobre o assassinato do Rei Hamlet (o Estado Brasileiro) para assaltar suas riquezas. Dezenas de histórias e personagens não explicados. 
Assassinato do ex-prefeito Celso Daniel, a história do mensalão, a insistência na compra dos aviões Rafale à França mais caros que seus concorrentes, e agora coincidentemente após o 2º turno das eleições presidenciais, a quase "quebra" do banco Panamericano, que teve parte de suas ações adquiridas pela Caixa Econômica Federal.
Estranho o sr. Abravanel (Silvio Santos)   ir falar com Lula pouco antes das eleições não? E sabemos que o BC "descobriu" o problema um mês antes, ou seja préviamente às eleições, mas não foi nada divulgado. Porque? Medo de influenciar o resultado das eleições?

Como o principe Hamlet, ouvimos as lamúrias e gemidos do Estado Brasileiro tentando nos alertar antes que seja tarde demais para a tentativa de envenenamento irreversível de seu organismo, lamúrias nesse caso até agora infrutíferas, em função de "censura disfarçada" através de "notas técnicas" e afirmações desencontradas sobre a verdade dos fatos.
Digo eu, Hamlet tupiniquim que "há algo podre no reino do Partido dos Trabalhadores". 

Hamlet Tupiniquim: "Há algo podre no reino do Partido dos Trabalhadores"

Na peça de Shakespeare, o príncipe consegue confirmar a versão revelada pelo espírito de seu pai, utilizando um artifício inteligente: uma troupe de artistas chega a cidade e vai encenar uma peça, e Hamlet orienta o grupo para uma cena de assassinato que ocorrerá, tal como o espectro de seu pai havia lhe informado ocorrera sua execução. No dia da apresentação da peça ele fica observando o rei Claudio, o assassino de seu pai conforme informado pelo fantasma, para perceber-lhe a reação na cena que reproduzia a execução de seu genitor, e ela é denunciadora: "Claudio muito pálido, ergue-se cambaleante..."



Bem, o PT tem se demonstrado muito bem treinado na arte da encenação, pois principalmente nosso presidente, tem a capacidade de indignar-se com ações de seu governo e de seus subordinados, como se a responsabilidade sua não fora:
"-Eu não sabia...não tinha ouvido...não havia visto...é impossível controlar..."

Não ouvi nada, não vi nada e ninguem falou nada... por isso não sabia... se não tenho conhecimento...não existe...portanto é mentira!

Enquanto isto nós Hamlets tupiniquins continuamos tentando provar a culpa dos "Claudios" que alojaram-se em Brasília, através da imprensa, ministério público, judiciário, enfim, todos os meios e instituições que ainda não tenham sido contaminados pela cobiça, cegueira, ou interesses excusos. Na grande maioria da vezes, para não corrermos o risco tal como aconteceu com o Hamlet original, de ser condenado ao exílio (tal como ocorre com o irmão de Celso Daniel em seu auto-exílio na França) ou a morte (como ocorreu com Hamlet e com o ex-prefeito Celso Daniel), fingimo-nos de loucos, enquanto a turba insana grita vivas ao novo rei e pede a extirpação dos seguidores/admiradores do antigo monarca.
Na obra Shakesperiana o personagem central, Hamlet o príncipe, morre envenenado durante um duelo por uma espada que havia sido contaminada propositadamente para este fim, ou seja, até na encenação do "duelo" os usurpadores do poder foram infames.
Já aqui nos trópicos, embora haja o cheiro fétido de infâmia no ar, a sociedade brasileira não morrerá, mas precisaremos muito mais do que uma "troupe de atores" para desvendar as traições.

  












sábado, 20 de novembro de 2010

Libelu e o PT















Li hoje no site do Estadão uma matéria que me fez voltar ao final dos anos 70 início dos 80.
O título da matéria é: "No dia em que recebe Dilma, PT volta a criticar mídia e pede democratização".
No corpo do artigo há uma frase que me chamou atenção:


 "No primeiro encontro da presidente eleita, Dilma Rousseff, com o Diretório Nacional do PT, o partido ressuscitou a tese da regulação de conteúdo da mídia. Ao final da reunião, nesta sexta-feira, 19, o PT aprovou resolução propondo a "democratização da comunicação" e "um debate qualificado acerca do conservadorismo" nos meios de comunicação e na sociedade". 
(O grifo e sublinhado são meus). 

Invasão Puc anos 70 - Foto em frente ao TUCA

Bem, quando era aluno da PUC-SP no final dos anos 70, havia uma corrente no movimento estudantil brasileiro chamada Libelu (Liberdade e Luta). As pessoas que participavam desta corrente eram fáceis de serem identificadas, primeiro pela vestimenta, pois todos pareciam haver saído diretamente do concerto de Woodstock para a universidade sem passar em casa antes para se trocar, e pelo linguajar característico: falavam muito e não diziam absolutamente nada (gente... daí...precisamos aprovar uma moção de repúdio a esta situação insustentável, daí... gente... não dá para a gente... aturar... então gente... ou tomamos uma posição em bloco...ou gente... vamos ficar mais uma vez chupando o dedo... daí...).

"saindo diretamente do concerto de Woodstock para a universidade"
  
Eu e os colegas de sala, quando o pessoal da Libelu pedia licença para o professor afim de "passar um comunicado e tirar uma posição" da classe, ficávamos marcando quantas vezes o infeliz falava "gente", "daí" e haviam também outras palavras que eram constantemente utilizadas, mesmo que significassem absolutamente nada no contexto da explanação.
"Tirar posição da classe", "aprovar moção" de alguma coisa, na maior parte das vezes era contra alguma coisa, propor uma discussão ampla e democrática, englobando todos os representantes da comunidade universitária (alunos, professores e funcionários) era a praxe.
Quando terminava a explanação do cidadão, trocávamos nossas informações: foram em 10 minutos de fala, 78 "gentes", 59 "daís" e por aí afora. Mas o mais interessante era a pergunta que todos nos fazíamos: afinal alguém entendeu o que eles quiseram dizer com, "aprovar uma resolução propondo a democratização da comunicação e um debate qualificado acerca do conservadorismo nos meios de comunicação e na sociedade" por exemplo?

Aonde eles querem chegar? Afinal qual é a proposta da Libelu para este tema? O que eles pensam? 
Invariavelmente eles não pensavam nada, apenas queriam propor a discussão por si, só. Chegamos a perguntar para o infeliz uma certa vez qual a razão daquela "proposta de discussão", o que estava errado e aonde queriam chegar, e ele simplesmente não conseguiu nos responder e ainda ficou bravo! Ou seja, a "proposta de discussão" era apenas porque alguém dentro da Libelu acordou de manhã e pensou: que fato novo vamos criar hoje para tumultuar a universidade?
"que fato novo vamos criar hoje para tumultuar a universidade"?

Bem, muitos dos antigos integrantes da Libelu hoje estão no PT, talvez por isso a frase característica no encontro do partido conforme noticiado no Estadão:

 "Aprovar uma resolução propondo a democratização da comunicação e um debate qualificado acerca do conservadorismo dos meios de comunicação da sociedade".










Alguns membros da Libelu: Palocci, Gushiken e Luis Favre, ex da hoje senadora eleita Dna. Marta Suplicy

O que significa isto? O que querem dizer? Aonde querem chegar? Estão partindo de quais premissas? O que estão insinuando e não querem falar abertamente?  Falam, falam e não dizem absolutamente nada. Escondem propositadamente o que está por trás, não falando abertamente. É para a sociedade menos esclarecida não entender?

O PT continua na década de 70. O tempo não passou para eles (eles não se olham no espelho para não serem contrariados), haja visto seus ídolos todos da época da guerra fria (inclusive as idéias) tais como Che Guevara, Fidel, e os seguidores dessas idéias atualmente, na Venezuela, Bolívia e Paraguai. Embora estejamos no século 21 acho que o Brasil está caminhando como rabo-de-cavalo, para trás e para baixo!
Espero sinceramente estar enganado!

Rabo de cavalo é bom ficar para baixo, pois quando levanta-se sabemos o que esperar!


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Novela das 9h:tem certeza?




Cena de Don Giovanni



Estou lendo um livro interessantíssimo. Trata-se do “Queda de Gigantes” de Ken Follett. É um épico que contará a história do século passado. Digo contará, pois apenas o primeiro volume da trilogia está nas livrarias. Os 2 subseqüentes pelo que fui informado, ainda estão sendo escritos.

Não sei por que muitas vezes abdicamos de uma ótima e instrutiva leitura para assistir TV. Alguns diriam que “são estórias muito chatas essas contidas nos livros”.

O livro de Ken Follett possui todos os ingredientes das novelas: amor, poder, paixão, ambição, traição, dinheiro, sexo, interesses escusos, porém é história e não estória. Alguns dos personagens existiram na realidade e as tramas principais são nossas velhas conhecidas, tais como a 1ª guerra mundial, revolução bolchevique na Rússia, casamentos de reis e rainhas etc. Há um trecho no livro que se passa em um teatro, enquanto os personagens assistem a uma ópera: Don Giovanni de Mozart. Algum outro amigo do Lula Molusco (aquele do desenho do Bob Esponja...) diria: “ahh, isto é coisa de burguês; porque não vai assistir o rebolation?”

“isto é coisa de burguês; porque não vai assistir o rebolation?”

Bem, até o Lula Molusco iria se surpreender com a história de Don Giovanni. Trata-se de uma ópera bufa, ou seja, comédia, que conta a estória de um “pilantra” que “traça” todas as mulheres que aparecem a sua frente. De muito bom gosto sem ser apelativo como o “Zorra não sei o que, ou a Praça não sei das quantas, ou Escolinha não sei de quem”, pois não ofende nossa inteligência e a música...ahhh a música... só foi composta por Mozart.


Mozart? Compunha muito mal. Prefiro Rebolation: é muito melhor!
Já havia assistido a trechos desta ópera, mas nunca inteira, até domingo passado. Tenho o DVD e tirei umas boas horas ontem à tarde para vê-la. Primorosa, e uma prova de que não há limites para os gênios. Conseguir transformar uma estória banal, que nas mãos de outro compositor menos talentoso tornaria-se algo fútil, em uma obra prima reconhecida há mais de 200 anos. E ainda perdemos tempo assistindo novelas!
 Engana-se quem julga que ópera é coisa “chata”, maçante, sem tempero. Além de serem estórias lindíssimas, falam dos mesmos assuntos que as novelas, só que sem comercial e a “ousadia” fica em nossas cabeças, forçando-nos a exercer a imaginação. Com os livros dá-se o mesmo: Queda de Gigantes consegue nos prender com sua trama parte real parte fictícia! Se todos os professores de história fossem iguais ao autor deste livro, com certeza os alunos teriam mais interesse nas aulas!

Ambos (o livro e a ópera) são garantia de diversão!

Segue “palhinha” com 2 trechos da ópera: final do primeiro ato quando Don Giovanni dá uma festa como pretexto para se aproximar e “abater” mais uma de suas “vítimas” que trata-se de uma camponesa no dia de seu casamento, e o final da ópera, quando o fantasma do comendador vem condenar o mulherengo Don Giovanni pelos pecados cometidos contra tantas donzelas indefesas enganando-as para possuí-las. O tema é muito diferente nas novelas? 
























segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Lula e o PT - Alucinógenos do povo - Parte II














Parte II – Na toca da raposa

E assim foi. Telefonei para o número do escritório do Dr. Lair, para obter informações, datas e local das palestras, custos e fui informado que haveria um seminário aberto em uma das próximas semanas. O seminário seria no Hotel Mazzaropi, não sei exatamente em que cidade, mas lembro-me que fui pela Rod. Presidente Dutra.


Faríamos o check-in no hotel em uma sexta-feira pela manhã e concluiríamos os trabalhos no domingo seguinte ao final da tarde. O custo com tudo incluído (alimentação, hospedagem e “material” do seminário) ficou por exatos US$ 500,00, (lembro-me perfeitamente do valor, pois fiquei “chocado”) pagos integralmente do meu bolso. Os valores estão expressos em dólar, o que era comum naquela época de hiperinflação, pois ainda não tínhamos uma moeda forte, o que só ocorreu anos depois graças a Itamar Franco e FHC. O Lula jura que a estabilização econômica  é obra dele!

Comecei minha preparação para o tal “seminário”. Pedi alguns livros escritos pelo Dr. Lair emprestado de colegas, para pelo menos ler alguns trechos e conhecer melhor “o que me esperava” naqueles 2 dias e meio. Após alguns minutos de leitura do primeiro livro cheguei a conclusão que iria perder meu tempo.



O discurso de “obter sucesso” empregado pela maioria dos autores de auto-ajuda trata o assunto de uma maneira meio messiânica, ou seja: você deve seguir e acreditar incondicionalmente no autor. Aqueles que questionam algum conceito ou a “visão” são rapidamente taxados de apóstatas, pois normalmente estes grupos são intolerantes a críticas e questionamentos.
Muitas igrejas fazem isto com seus fiéis, e garantem-lhes que serão os únicos a serem salvos no dia do Juízo Final, obviamente mediante o pagamento de uma “simbólica” quantia destinada a “obras sociais” (normalmente compra de canais de TV, rádio, financiamento de campanhas políticas, ou casas em Miami).

Para atingirem o “nirvana” basta seguir precisamente algumas receitas prontas que os autores de auto-ajuda são hábeis em prescrever. Títulos do tipo: “as 5 leis do sucesso; como ser feliz...; o poder da mente positiva; você pode...; você quer...; “ e por aí afora.“Compre este livro (não precisa nem lê-lo), e você se tornará irresistível!”
Parecem aquelas propagandas de aparelhos de ginástica que passam na TV. O locutor promete que, sem esforço algum, (afinal você fará ginástica deitado) perderá “X” toneladas de peso comendo de tudo! Dá para acreditar?

Bem, voltando aos livros que eu estava tentando ler, cheguei à conclusão que participar do seminário seria perda de tempo, mas, já havia feito o pagamento e quem sabe não poderia me surpreender positivamente?

No dia marcado, lá estava eu no Hotel Mazzaropi.

Cheguei à recepção do hotel e tive minha primeira surpresa. Por tratar-se de um seminário aberto, as pessoas que lá estavam não se conheciam. Os quartos eram duplos ou triplos, o que nos forçaria a compartilhar o espaço com um estranho. Fiquei irritado com aquilo, mas resignei-me mais uma vez pensando que talvez houvesse um “motivo oculto” que iríamos descobrir ao longo do seminário, afinal o Dr. Lair, como ele gostava de ser chamado, era tido pelos seus seguidores como “meio bruxo” e nada do que ele fazia ou dizia era ao acaso, de maneira que aquilo poderia ter alguma “razão” por enquanto desconhecida. Fui para o quarto, escolhi uma das camas, guardei minhas coisas, e fui para o salão de convenções pegar minha identificação (crachá) e o material do seminário. Não havia material a ser entregue, apenas uma relação de instruções sobre o comportamento esperado dos participantes, horários e algumas “ordens” que me intrigaram, do tipo: “os participantes do seminário ficam separados dos demais hóspedes do hotel, e só poderão se alimentar daquilo que for servido pelo seminário. Não podem servir-se do buffet reservado aos demais hóspedes; não poderão beber nada além daquilo que também for servido pelo seminário, mesmo que paguem separadamente, e em hipótese alguma poderão ingerir bebidas alcoólicas; os horários de intervalo são estes e não é admitido atraso; caso alguém ficar para fora da sala após o fechamento das portas, deverá aguardar até o início da próxima etapa”.

Pensei se o seminário seria para preparar-nos para o serviço militar...

O salão de convenções era enorme, afinal éramos mais de 100 participantes. Creio que devia ter mais de 150 m². Entramos para o início do evento. Não havia cadeiras. Ficávamos sentados no chão que era carpetado. As portas foram fechadas, tocava uma música no sistema de som e apenas os assistentes do Lair estavam lá. Acho que eram uns 10 ao todo. Um deles pegou o microfone, se apresentou, saudou os participantes e começou a falar algumas coisas que não me lembro bem. Chamava-me a atenção que o Dr. Lair não estava lá, as portas e as cortinas estavam fechadas e pensava comigo que “o mago” estava aprontando alguma “entrada triunfal” para impressionar a platéia. Dito e feito. De repente a música aumenta, se não me engano tocava “Assim falou Zaratustra” de Richard Strauss, uma cortina de fumaça é lançada sobre o palco, e no ápice da música, do meio da fumaça surge a figura do “Dr. Lair Ribeiro”.

 

Achei aquela encenação ridícula e absolutamente desnecessária, afinal não fomos até lá para um show pirotécnico de ilusionismo (pelo menos eu ingenuamente achava isto). Dou a minha mão à palmatória, pois o cara (como diria o Obama) treinou direitinho como impressionar a platéia. Ele seguramente não tem mais do que 1m60cm de altura, porém sua postura, impostação de voz, e trejeitos o deixam “grande” e exerce um “poder” sobre a audiência incauta.

De maneira enfadonha ele repetiu todas as “ordens que estavam descritas no papel que haviam nos entregado anteriormente, falou dos horários que iríamos cumprir (aliás meio malucos, sendo que em alguns dias iríamos dormir apenas algumas poucas horas) e o que mais me chamou atenção, e repetirei aqui o mais fielmente possível, dentro da possibilidade de minha memória:”- Sou Dr. em..., pela universidade de..., pós doutorado em..., pela universidade de... professor de ... na universidade...,tenho mais de ... anos de experiência em... e tenho erudição suficiente para falar aqui se quiser o tempo todo. Não serão permitidos apartes, interrupções, perguntas, exceto nos momentos que eu permitir. Meus assistentes sempre estarão na sala e qualquer pergunta ou dúvida deverá ser encaminhada a um deles. Não perguntarão diretamente à mim. Nos intervalos para marcar o horário de retorno à sala, vocês serão chamados por este som (e vibrou um diapasão) e após ouvirem este som, em 5 minutos as portas serão fechadas. Quem ficar para fora, só retorna na parte seguinte.”

Em seguida uma das assistentes subiu ao palco com um bloco de anotações, e ao lado dele perguntou se alguém ali tinha algum problema de saúde (cardiopatia, pressão, ataques) e se tomava algum remédio frequente. A assistente anotava os nomes dos que diziam que sim (em público) bem como qual remédio tomava, e para cada um, ele cochichava algo para a assistente que prontamente tomava nota. Achei estranha esta pergunta e pensei qual seria o objetivo dela? Objetivo nobre de poder ajudar cada um caso tivesse um mal súbito durante o seminário? O que iria acontecer? Ou será que estava tentando se antecipar às possíveis interações medicamentosas?















sábado, 30 de outubro de 2010

Lula e o PT - Alucinógenos do povo. Parte I


Vamos entrar nesta roubada? (ou, "Acho que eu vi um gatinho"!!!)


Não me lembro precisamente de datas, mas em algum mês entre 1990 e 1994 (para os fins deste “post” esta informação é irrelevante), enquanto exercia a função de Diretor de Recursos Humanos de uma empresa nacional de grande porte, à época com aproximadamente 2000 funcionários, o presidente da Cia. que era meu “chefe” me disse: “- Estava assistindo TV ontem à noite e vi uma entrevista com o Dr. Lair Ribeiro.
Ele falava sobre neuro-lingüistica e sobre as palestras e seminários que desenvolve falando sobre “o poder da mente”, motivação etc. e tal. Acho que seria bom fazermos algumas palestras para nossos funcionários com ele. O que você acha?”
Não sou uma pessoa que se impressione facilmente com discursos. Observador, ouço, mas também analiso as frases que não foram ditas, mas foram expressas através do corpo: trejeitos, nervosismo, olhares, meneios... Quando se trata de modismos então, pior ainda. Sou mais cauteloso, pois há muitos “vendedores de milagres” no mercado. A auto-ajuda, “gênero literário” amplamente divulgado nas livrarias, realmente ajudam: os autores e as editoras. Não conheço alma sequer que tenha melhorado ou enriquecido após a leitura de um desses títulos.
Bem, Lair Ribeiro era “o cara do momento”. Livros, entrevistas na TV, palestras e um séquito de discípulos que além de lerem todos os seus textos, andavam sempre com algumas notas de US$ na carteira (alguma simpatia que o Dr. Lair dizia ser para atrair riqueza).

Bem, meu “chefe” me pediu uma opinião e eu precisava fornecê-la, de maneira clara. Tinha uma “sensação” que aquilo era uma roubada, mas como não conhecia mais profundamente as idéias do Dr. Lair, não quis ser taxado de preconceituoso. Sugeri então:
 “- Não conheço as idéias do Dr. Lair a ponto de dar essa resposta. Mê dê um tempo para poder ler alguns de seus artigos/livros, quem sabe participe de alguma palestra e em “X” tempo lhe darei uma opinião embasada”.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Manifesto em defesa da democracia

Este Sr. Hélio Bicudo, sabe do que está falando, afinal não nos esqueçamos, foi vice-prefeito de SP na péssima gestão de Dna. Marta. Este vídeo denuncia as tentativas de cerceamento de liberdade perpetradas pelo PT, dito por alguém que esteve dentro do partido e ao perceber o que ocorria, resolveu sair. Vale a pena ver. O vídeo está no You Tube disponível para quem quiser.





quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Porque não voto no PT - Última Parte (será?)

Criação da República Sindical Brasileira – A era LULA


A máquina sindical com grande ênfase no serviço público, mais afetado com as privatizações recentes que extinguiu muitos “cabides de emprego” (energia elétrica e comunicações, por exemplo) funcionou bem, amplificando a insatisfação popular.
Plagiando Lula “nunca antes neste país” os sindicatos haviam dado tanto dinheiro dos seus afiliados, dinheiro este que deveria servir à causa de uma categoria específica de trabalhadores, para assegurar os cargos melhor remunerados que esses mesmos sindicalistas iriam ocupar em um eventual governo petista (dinheiro para campanha eleitoral). E assim foi.
 Para chegar ao poder, o PT uniu-se a antigos adversários políticos. Os sindicalistas hábeis em “obter espaço” fruto de anos de experiência à mesa de negociações, obtiveram todo o espaço que queriam e muito mais. Lula colocou, se não todos, a grande maioria dos antigos “companheiros” de luta sindical em posições as mais variadas dentro do governo. Até aí tudo bem, desde que eles tivessem a experiência e conhecimento necessários para gerir de maneira técnica e não política as pastas sob sua responsabilidade.

Alguns exemplos:

Jair Meneguelli – torneiro mecânico e ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. É Presidente do Conselho Nacional do Sesi e comanda um orçamento de R$ 34.000.000,00. Salário atual: R$ 25.000,00. Salário anterior (no tempo de sindicalista) R$ 1.671,61.

Heiguiberto Navarro – ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. É assessor do Secretário Nacional de Estudos e Políticas da Presidência da República. Salário atual: R$ 6.396,00. É ele quem articula os eventos do Presidente Lula quando ocorrem fora do Palácio do Planalto. Recordando, ele é ferramenteiro e na época tinha um salário de R$ 1.671,61.

João Vacari Neto – bancário, ex-presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo. É membro do Conselho Nacional de Itaipu. Ajuda a decidir sobre a alocação do orçamento de Itaipu, cerca de R$ 4.500.000.000,00. Salário de R$ 13.000,00. Antes o seu salário era de R$ 4.909,20.

Paulo Okamoto – fresador, ex-tesoureiro da CUT. Presidente do SEBRAE. Salário R$ 25.000,00. Comanda um orçamento de R$ 1.800.000.000,00. Salário anterior, quando era fresador: R$ 1.671,61.

Wilson Santarosa – Foi membro da diretoria do Sindicato dos Petroleiros de Campinas. É gerente de comunicação da Petrobrás e membro do Conselho Deliberativo da Petros. Comanda um orçamento de R$ 250.000.000,00.

João Antônio Felício – professor de Desenho e História da Arte e ex-presidente da CUT. É atualmente membro do conselho do BNDES, salário R$ 3.600,00 por reunião da qual participa, com direito a transporte, hospedagem mais ajuda de custo. É um dos responsáveis pela aprovação do orçamento do BNDES de R$ 65.000.000.000,00. Tem sob sua responsabilidade opinar sobre sua destinação orçamentária e acompanhar a execução.

Sergio Rosa – escriturário e ex-presidente da Confederação Nacional dos Bancários. É atual presidente do Previ, Fundo de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. Comanda um orçamento de cerca de R$ 106.000.000,00.


José Eduardo Dutra – geólogo, ex-presidente do Sindiminas de Sergipe, atual Sindipetro.
É presidente da BR Distribuidora, com um salário de R$ 44.000,00. Comandará, entre 2008 e 2012, um orçamento de R$ 2.600.000.000,00.

Wagner Pinheiros – analista de investimentos. Diretor da Federação dos Bancários de São Paulo. É presidente da Petros, Fundo de Pensão dos Funcionários da Petrobrás. Salário atual de R$ 44.000,00. Comanda um patrimônio R$ 32.400.000.000,00. Salário anterior: R$ 5.232,29. É bom frisar que o salário anterior era o salário percebido como dirigente sindical.


Nada contra às pessoas que crescem profissionalmente por seus próprios méritos, estudo, dedicação e empenho e inquestionável conhecimento técnico. Infelizmente não creio seja o caso desses srs. acima mencionados para as funções a que foram designados.

Bem, isto não bastava ao PT, colocar todos os amigos no governo. Era preciso cooptar o povo.
 O PT governo com todo o orçamento da união nas mãos, grande bancada no legislativo comprada a base dos mensalões e outros escândalos, e os sindicalistas hábeis com as palavras se incumbiram disto. Mais uma vez plagiando o Lula “nunca antes neste país” se comprou a consciência de tantos cidadãos inocentes, crentes, e agora, a imprensa que foi fiel aliada do PT desde o início, passa a ser a maior responsável e maior inimiga do (des)governo, por continuar fazendo exatamente a mesma coisa que sempre fez: denunciando as falcatruas, as mentiras apontando os suspeitos, trazendo “luz às trevas”.











Sindicatos são truculentos, acostumados em alguns casos a chegar às “vias de fato”, com polícia, ocupações etc. O MST que é mais um braço deste monstro disforme que virou o estado brasileiro, mistura de interesses pessoais e projetos individuais de poder, movido por megalomaníacos, esquizofrênicos e personalistas (tal como Hitler e Stálin) do porte de José Dirceu, Dilma Roussef, Marta Suplici, Ideli Salvati e outros, querem recorrer agora à lei da mordaça e calar na marra a boca da imprensa.












Diz-se que o tesoureiro de campanha da Dilma está enviando uma carta às empresas “pedindo” uma contribuição. Não vi a carta, mas a fonte que me contou é fidedigna.









Tive a necessidade, por “dever do ofício”, de sentar para negociar com um sindicato alinhadíssimo com o governo de Brasília. Lá pelas tantas na nossa “conversa” ouvi a seguinte frase, do meu interlocutor, referindo-se ao governo de Brasília: “No nosso governo, as coisas são diferentes...”

Haja diferença no "nosso governo"!!!










Realmente elas são diferentes, o engodo é feito por profissionais ilusionistas que asseveram, que ao contrário do que todos vêem, o Rei não está nu.


 Simplesmente, “nunca antes neste país” havíamos tido a oportunidade de desenvolver um tecido de tal qualidade... E dá-lhe “bolsa-cala-a-boca” para sustentar a farsa.












 O problema maior desta declaração a meu ver é a afirmação “no nosso governo”, como se o presidente representasse não um país todo, mas apenas um pequeno grupo, no caso, os sindicatos. Pelo que me consta o Presidente de um país governa (ou deveria governar) para a nação inteira, e não apenas para uns poucos escolhidos. Não bastasse isso tudo, para garantir sua maioria acolhe e defende figuras do calibre de Collor, Sarney para ficar nos nomes mais conhecidos. Hoje o “diabo” são aqueles que dividiram o palanque com Lula exigindo eleições diretas, anistia, liberdade de expressão e por incrível que pareça a imprensa que lhe serviu no passado.

"Hoje o "diabo" são os antigos companheiros de palanque na luta pela democracia"
Lula só chegou aonde chegou porque a imprensa ajudou-o amplificando seu discurso. Sem ela, ele Lula seria apenas mais uma estatística de operário morto durante o regime militar. E agora ela é acusada de partidária e mentirosa.


Não fosse a imprensa, Lula seria apenas mais uma estatística dentre os mortos pela ditadura
Os fundadores do partido, grande parte deles deixaram seus quadros por não concordar com a “nova postura” (Eloísa Helena, Marina Silva, Hélio Bicudo, Luiza Erundina) além dos que foram "convidados a se retirar", principalmente os não tão famosos.
Os que ficaram estão muito bem obrigado, e não demonstraram “a que vieram”: Eduardo Suplicy aquele do cartão vermelho para o Sarney depois que a vaca já havia ido para o brejo na questão dos “atos secretos do senado”; Mercadante que também afirmou deixar a liderança do partido após o mesmo episódio do Sr. Sarney e após 15 minutos de papo com o Lula volta atrás e sai candidato ao governo de SP apoiado por e apoiando em troca Lula e sua herdeira Dilma? Ainda tem a cara-de-pau de afirmar que a imprensa é mentirosa? Quem sobra? Genoíno que não se reelegeu? Ideli Salvatti que não conseguiu nem ir para o 2º turno da eleição para o governo de seu estado (SC)? Palocci? Dirceu?

Dilma Roussef é uma ilustre desconhecida. Nunca concorreu a nenhum cargo eletivo. Mais me parece um papagaio de pirata do Sr. Lula, pois ele sempre afirma que “votar em Dilma é votar em mim (Lula)”. Afinal quem será o presidente? De quem é o programa de governo?











A minha questão é a seguinte: sou visceralmente a favor da liberdade, e o PT dá claros sinais de que irá “censurar” tudo que lhes convier, e isto já está acontecendo; figuras do porte de Hugo Chavez, Fidel Castro, Evo Morales, Mahmoud Ahmadinejad, casal Kirchner, Fernando Lugo, me causam asco, pois são além de personalistas, mentirosos. O Sr. Lula os admira e faz questão de demonstrar isto. “Diga-me quem admiras e com quem andas, e direi quem és... “















Não quero viver em um país de indigentes intelectuais, de uma turba dependente de “esmolas do governo” travestida de bolsa qualquer coisa, e muito menos precisamos que alguém fique interpretando a realidade para nós. Sabemos perceber e podemos tirar nossas próprias conclusões. Queremos é que o governo dê Educação, Saúde e Segurança de qualidade para esta nação. Deixe o resto conosco (população) que fazemos melhor sem vocês!

Se quiserem ver antigos vídeos quando o Lula dizia o contrário do que tenta nos convencer hoje, sigam os links abaixo:

http://www.youtube.com/watch?v=83WUqpvddq8&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=k-ii8gJCZ_4&feature=related


http://www.youtube.com/watch?v=dyd6nFQpqYs&feature=related


http://www.youtube.com/watch?v=0NRqla-g8Do&feature=related


http://www.youtube.com/watch?v=M3ituI8y5qg&feature=related


http://www.youtube.com/watch?v=Lupymn8c034&feature=related


http://www.youtube.com/watch?v=A5CBVgWSaBU