segunda-feira, 13 de julho de 2009

Queda da Bastilha 14 de julho



Ahhhhhh, Paris à l'été! La musique, le parfum, l'amour dans l'air ...

Até o nosso brasileiríssimo Tom Jobim falou de Paris em uma música belíssima chamada Chansong. Na realidade ele fala de Paris na música por acaso... Eu imagino pela letra da música ele falava de uma mulher. Conheceu-a em New York: "When I arrived in New York, the immigration officer asked me..." Ele conta que cansado após uma viagem até lá (creio que partindo do Brasil) teria ainda que participar de um cocktail "late that afternoon". Meio desanimado com a idéia, ele "leva a melodia meio arrastada e dúbia" até o momento em que lhe é apresentada "Glória" (...may I introduce you to Glória...). Bem, daí para frente a música é outra e as referências a Paris e a França são muitas e insinuam... romance.

Mas a Paris da Revolução Francesa não foi nada romântica, pois para proclamar a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, dar fim a monarquia absolutista sob o lema "Liberté, égalité, fraternité" que até hoje influencia nossa vidas aqui no ocidente, muito sangue correu. Minha reverência ao povo que naquela época (com infinitamente menos informações do que temos hoje) tomou nas mãos as rédeas de seus destinos e com coragem rebelou-se contra a tirania, o preconceito a servidão e a miséria!

Como é que pode? Duas coisas tão antagônicas?

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