segunda-feira, 30 de outubro de 2006

Sofistas de plantão
Para infelicidade de muitos brasileiros (aproximadamente 40% da população votante), o chefe dos petistas conseguiu ser eleito para um novo mandato de 4 anos. Além da sua propalada inépcia para o trabalho e tomada de decisões, ele é o mestre do "não ouvi nada, não vi nada e não falei nada". Nos últimos dias fomos bombardeados pelas besteiras e mentiras usuais nos discursos de nosso Presidente.
Temos que reconhecer a incompetência e o descaso do PSDB para com a campanha do Alckmin, que além de insossa não foi capaz de descortinar as diferenças fundamentais entre as duas propostas.
Ontem após a divulgação dos resultados da eleição, o Lula foi a TV e disse que após 4 anos "nós aprendemos e não podemos errar mais". Bem, haja visto a roubalheira ocorrida durante o primeiro mandato (mensalões e outros divulgados na imprensa), o que concluo desta afirmação, é que eles aperfeiçoaram as técnicas de como enganar, confundir, ludibriar a opinião pública (controle da imprensa?) e desta vez, ninguém ficará sabendo de nada.
As promessas mirabolantes continuam e são as mesmas de 4 anos atrás, sem que nada tenha ocorrido neste primeiro mandato e sem nenhuma perspectiva de que desta vez sejam cumpridas pois não há nenhum fato relevante que nos leve a concluir isso.
Está surgindo um clima de "vamos esquecer tudo o que aconteceu no passado para garantir a governabilidade do país", mas não podemos esquecer que o governo é o mesmo. Os atores desta peça de horror, são os mesmos do primeiro ato, portanto temos que apurar as falcatruas do primeiro mandato para puní-los. Não podemos entrar na conversa daqueles que estão com o rabo preso, de que "isso é revanchismo porque perderam as eleições e por isso estão querendo levantar defuntos". Da troupe petista exigimos explicações e o Sr.Lula precisa saber que omissão de um gestor, ou desconhecimento de fatos nas empresas privadas são atestados de incompetência passados pelos executivos, passíveis de demissão por justa causa, afinal, estamos falando de corrupção! Apesar dos 60% dos votos que o Presidente recebeu, ele não está acima da lei, e o estado de direito deve prevalecer neste país. Os sufrágios recebidos não são alforria dos "erros" cometidos e ainda não apurados.

quarta-feira, 11 de outubro de 2006


Até tu Brutus?


Esta notícia saiu no site do Terra conforme abaixo:


Quarta, 11 de outubro de 2006, 21h21 Atualizada às 21h31Irmão de Lula declara voto em Alckmin


O irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo PT, declarou que vai votar no seu adversário, o tucano Geraldo Alckmin, no dia 29 de outubro. O primeiro motivo alegado pelo pedreiro Jachson Ignácio da Silva, que se diz atuante no PT há 20 anos e mora em Mongaguá, litoral Sul de São Paulo, é que é "contra a reeleição".
Jachson diz que Lula também sempre foi contra um governante ficar por dois mandatos seguidos no cargo, e que agora não é justo querer utilizar a atual legislação para continuar no poder. "Ele tinha que voltar depois de quatro anos, aí sim o povo iria ver se ele foi um bom presidente", declarou.
Os escândalos de corrupção que ocorreram no governo do PT também foram fundamentais para a sua mudança partidária. "É uma falcatrua atrás da outra. O PT me deixou envergonhado. Era a minha esperança, não tinha o direito de errar, como fizeram Delúbio, Zé Dirceu, Palocci. Quando esfria uma, aparece outra".
A críticas de um dos 15 irmãos vivos do presidente não param por aí. Para ele, algumas das principais bandeiras do governo Lula, como o Bolsa-Família e o índice de diminuição da pobreza no Nordeste, não são fundamentais para o povo brasileiro. "O Brasil não é só Nordeste. Além disso, o Bolsa-Família é uma vergonha para qualquer governo. O povo não quer esmola, quer trabalho, casa para morar, escovar os dentes, e tudo isso. Não apenas arroz e feijão", disse o irmão de Lula.
Questionado se um pouco da sua mágoa com o parente é pelo fato de ser de uma origem humilde e não ter qualquer tipo de ajuda direta de Lula, Jachson declara com firmeza: "não é esse o problema. Ele tem que cuidar do Brasil. Aqui somos cada um por si. Todos somos trabalhadores", ressaltou Jachson, que sempre votou em Lula.
Para finalizar, o pedreiro contou como é a sua relação com presidente. "A família fica sem se ver a vida inteira. Somos 15 irmão vivos. A última vez que falei com o Lula foi na posse (em 2002), quando fomos até lá. Tenho outros irmãos aqui na Baixada Santista que converso mais. Mas não sei em quem eles vão votar", concluiu.
Redação Terra